quarta-feira, 6 de novembro de 2013

União apresenta novo comandante

O União Frederiquense começou nesta quarta-feira, 6, oficialmente, os trabalhos para a Divisão de Acesso 2014. Em coletiva de imprensa no novo escritório do clube a direção do União apresentou o novo técnico, Nestor Simionatto, e o novo gerente de futebol, Serginho. Ambos concederam entrevistas a imprensa e falaram sobre a gestão dos recursos e investimentos para a próxima temporada, seus perfis de trabalho e a expectativa para a montagem do grupo para o próximo ano.
Foto: Fábio Pelinson

O novo treinador, Nestor Simionatto, já havia concedido uma entrevista ao Jornal O Alto Uruguai quando seu nome foi anunciado pelo União Frederiquense, confira.

AU - Qual o seu perfil de trabalho?
Nestor Simionatto – É em cima de muita organização e disciplina. De ter também bastante criatividade e conhecimento de mercado para montar um grupo de jogadores, porque a gente sabe que os recursos sempre são curtos, e me parece que nesse ano será mais curto que nos outros. Nós temos um jargão que é de saber trabalhar ‘com a corda esticada,’ com a rédea curta, sempre no limite. Nesses casos tem que saber como tirar o máximo e o melhor de cada jogador. Eu trabalho no futebol há muito tempo, mais de 15 anos só como treinador, então a gente adquiriu conhecimento nesse sentido.
Foto: Fábio Pelinson

AU - Com que perfil de jogadores gosta de trabalhar?
Simionatto – Eu trabalhei com jogadores que eu conheço e não quero trabalhar mais. Eu quero trabalhar com jogadores que compram a ideia, que absorvem o clube, a comunidade. Jogar futebol hoje não é só nascer com o dom de jogar, é um contexto bem mais amplo, de disciplina, de comportamento, de interesse, de postura, é bastante coisa. Uma coisa que é muito certa, é que se um clube contratar 25 ou 26 jogadores, no mínimo em quatro ou cinco vai errar, e algumas correções de rota precisam ser feitas no percurso, isso é absolutamente normal.
AU - Existe um segredo para conquistar o acesso?
Simionatto – O campeonato tem algumas coisas que precisam ser levadas em conta. Joga-se a Divisão de Acesso diferente do que se joga a Série A. Não é o mesmo jeito de jogar, nem o mesmo perfil de jogador para essa competição. É um campeonato que se joga no campo e no bastidor. Vou te dizer, com certeza, de que não há muito interesse de imprensa, de Federação, para que o União suba, porque Frederico está há 500 quilômetros de Porto Alegre. O São Luiz de Ijuí sofre com isso, eles querem um campeonato metropolitano. Então, o União terá que ter muita criatividade com orçamento limitado na montagem do grupo, trabalhar muito, e jogar bastante no bastidor, aí você começa a ser um postulante ao acesso.


Fábio Pelinson/ Jornal O Alto Uruguai

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Nestor Simionatto é o novo comandante do União

O gerente de futebol do União Frederiquense, Sergio Luis Lima Vieira (Serginho), anunciou a contratação de Nestor Simionatto como técnico do time para a disputa da Divisão de Acesso de 2014. O treinador trabalhou em 2013 no Panambi, último clube também de Serginho. Segundo a assessoria de imprensa do União, treinador e gerente de futebol devem se reunir em breve para iniciar a formação do grupo de atletas para próxima temporada.  
Foto: Divulgação

Nestor Simionatto
Natural de Crissiumal, Nestor Simionatto iniciou a carreira como técnico de futebol em 1992, após 15 anos como atleta profissional. Entre os principais clubes em que trabalhou estão Veranópolis, São Luiz de Ijuí, Caxias, 15 de Novembro de Campo Bom, Glória, Avenida, Gama-DF, Treze-PB, Esportivo e Luverdense. Nestor Simionatto também teve uma passagem pelo Grêmio, em 2004. Os trabalhos mais recentes do técnico foram no Concórdia, em 2012, e no Panambi, em 2013. 

Créditos Fábio Pelinson / Jornal O Alto Uruguai

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

União confirma Serginho como novo gerente de futebol


Foto: Divulgação 
O União Frederiquense deu o pontapé inicial nos trabalhos da Divisão de Acesso 2014. Foi anunciado na manhã desta quinta-feira, 3, o novo gerente de futebol do clube. O cargo será ocupado por Sergio Luis Lima Vieira (Serginho). O profissional atuou em clubes como Santa Cruz, Cerâmica e em 2013 trabalhou no Panambi. “Recebi algumas propostas, inclusive de clube da Série A gaúcha, mas optei pelo União Frederiquense pela estrutura oferecida e pela condição de brigar de igual para igual com qualquer equipe dentro e fora das quatro linhas. Além disso, a compatibilidade de ideias junto à diretoria vem ao encontro do que eu imagino que um clube de futebol necessita em termos de estrutura, autonomia e linha de trabalho”, ressaltou o novo gerente de futebol. Serginho inicia os trabalhos nos próximos dias para traçar o planejamento junto com a direção do clube.

Créditos: Fábio Pelinson / Jornal O Alto Uruguai


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

TRÊS ANOS DE UNIÃO E MUITA HISTÓRIA PARA CONTAR

(Foto: Caroline de Oliveira/Arquivo AU)

Uma das grandes dúvidas que pairavam sobre os idealizadores do União Frederiquense de Futebol, em 2010, era em relação a torcida. Embora o otimismo estivesse presente, os torcedores iriam aos jogos? Apoiariam o time? Vestiriam realmente a camiseta? Pois bem, o clube completa hoje, 3 de agosto, três anos da sua fundação, a parte mais “burocrática” da história. Depois vieram as escolhas do nome, do escudo, das cores, do uniforme, do hino, e muitas das respostas esperadas pelos fundadores já foram dadas.
Como um bom filho, o União tem crescido neste meio tempo. Já foram três temporadas de Divisão de Acesso e de muitas alegrias, tristezas, emoções e aprendizados. Se o resultado não vinha dentro de campo, a torcida chiava na arquibancada, mas que bom que ela estava lá. Sim, e estava lá em bom número, sempre. Com chuva, time em crise – como aconteceu esse ano – e os torcedores estavam lá, mesmo assim, em centenas.
Pouco importa investimentos astronômicos, atletas renomados ou grandes promessas se a torcida, alma do time, não estiver na arquibancada. Isso soa até como crítica a times que surgiram em outros Estados, apenas com fins lucrativos, mas que na “cancha” não tem ninguém sofrendo junto. Em Frederico Westphalen é diferente. Desde o início ela estava lá, sedenta de um clube de futebol profissional, de uma diversão para o final de semana. E essa brincadeira virou amor, afinal, quando os sentimentos de alegria, tristeza, ódio e euforia se misturam em noventa minutos, passa a não ser apenas 11 contra 11, é algo mais.
Um dos personagens que faz parte desta história de três anos do União Frederiquense é Jonathan Pertile. O funcionário público, de 25 anos, assumiu o verde, branco e vermelho. Colocou o escudo no peito e não tirou mais. “Meu primeiro contato com o União foi quando o pessoal resolveu criar o time para disputar a Divisão de Acesso. Eu, como sou um apaixonado pelo futebol, comecei a gostar da ideia, e desde então surgiu essa paixão pelo União”, ressalta o torcedor.
Pertile passou da arquibancada para um verdadeiro “amigo fiel” do clube, acompanhando a delegação sempre, inclusive nos jogos longe do Vermelhão da Colina. “Eu sempre estive junto, tanto que eu sou conselheiro do clube, por sempre estar junto. Acho que é o papel do conselheiro estar presente, não só na época de aprovar os processos, e sim vendo o que é o União, o que acontece por trás, isso eu sempre gostei, sempre quis ter contato”, comenta.

O início
“No primeiro ano foi montado o time, só faltava uma coisa, a torcida. Mas FW é uma cidade apaixonada por futebol, que vive o futebol. Eu queria tanto fazer parte do União, que eu resolvi criar a torcida Loucos da Colina. Acabou no último ano, mas foi uma boa experiência com o pessoal. Mas a torcida no geral foi fundamental, foi um espelho nesses três anos, pela quantidade de torcedores, tanto que muito jogador vem para cá devido à torcida”.

Os jogos fora de casa
“Eu acho que eu não fui só para Pelotas e Rio Grande, no resto, já cruzei o Estado no meio nesses três anos. Mas com certeza, o mais tenso foi o primeiro jogo da história do União fora de casa, em Santo Ângelo. A torcida chegou um pouco com os ânimos exaltados, aí houve um tumulto lá”.

O jogo mais emocionante
“Foi o jogo contra o Riopardense aqui, que a gente precisava de uma vitória. Com chuva, campo alagado, e o Rodrigo Vareta fez o gol aos 49 minutos. Essa foi a vitória mais comemorada”.

A maior decepção
“Sem dúvida o jogo contra o Guarany de Camaquã. Acho que foi muito excesso de confiança. O União tinha o melhor time para subir, e acho que tudo que se gerou, em um time de apenas dois anos acabou criando um excesso de confiança”.

Esses três anos de time
 “O União, como o Grêmio e Inter, é uma história. O começo é assim, com derrotas, vitórias. Tivemos uma derrota, que para mim, no futebol, nunca havia sentido tanto, que foi o jogo contra o Camaquã. Mas acredito que é nessas situações que o torcedor tem que se agarrar mais. É sempre na derrota que a gente vê o verdadeiro torcedor”.



Créditos: Fábio Pelinson/Jornal O Alto Uruguai

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

PRIMEIROS GRANDES PASSOS

Crédito: Fábio Pelinson























A região onde está a extensão de terra que abrigará o empreendimento do União Frederiquense, na linha Faguense, em Frederico Westphalen, já começou a “respirar” os avanços que estão por vir. Na semana passada, duas máquinas começaram a trabalhar na área que abrigará o campo do clube. Segundo o presidente da comissão responsável pelo projeto, Edison Cantarelli, esse trabalho inicial é uma sondagem da área. “Nós precisávamos saber o material rochoso que tinha no solo. Se fosse encontrado material rochoso tipo laje pedra, poderia inviabilizar o local do campo, devido aos altos custos de implosão, e modificar a área do condomínio. Era preciso fazer essa sondagem para iniciar o processo de licenciamento”, explica Cantarelli.  
Crédito: Fábio Pelinson
E se existia esse receio quanto ao material rochoso, os primeiros resultados são positivos quanto ao desenvolvimento do empreendimento no local projetado. “O material que temos encontrado é bom para a drenagem do campo e para utilizar a parte superior do terreno para a arquibancada. Precisamos ainda baixar dois metros para o nível do campo, mas pelo que estamos analisando não vai ter risco de ter um material que nós não queremos. Dá para dizer com 90% de certeza, que o campo será nessa área”, disse Cantarelli.  Algumas estacas já estão demarcando as linhas divisórias do futuro campo, que terá o tamanho padrão da Fifa, de 68 metros por 105 metros.
Embora já esteja se demarcando a área e realizando um nivelamento do local, o condomínio segue sendo prioridade na execução do empreendimento. “O projeto só é viável com a construção do condomínio horizontal de lotes. O processo está indo rápido, mas precisamos fundamentalmente tornar essa área como área urbana, mesmo que ela seja apenas uma ilha de área urbana, assim como há outros locais na cidade”, ressalta o responsável pelo projeto.
A expectativa do torcedor
Embora seja apenas o início do trabalho desse grande projeto, a visão do torcedor já está lá no futuro. “É uma satisfação grande para nós que estamos acompanhando as obras, ver a quantidade de torcedores que vêm aqui durante o dia, e a satisfação deles de ver que o projeto está acontecendo. Você ver aquele torcedor humilde dizer ‘que lugar bonito’, e projetarem ‘já imaginem o Grêmio e o Inter jogando aqui’. Os agricultores da Faguense também, que vêm aqui e veem tudo isso como se fosse parte deles. Então são essas coisas que dão uma satisfação para nós, porque o torcedor quer isso, a região quer isso”, comenta Cantarelli.
Reforço da “equipe”
O presidente da comissão responsável pelo projeto ressalta que o União precisa de mais pessoas para ajudarem nas demandas. “Hoje o União tem dois funcionários só, e alguns voluntários. Então nós precisamos de mais voluntários, mais parceiros para que esse projeto aconteça. Precisamos que cada torcedor ajude de uma forma, não precisa ter ajuda financeira, mas tem muita coisa para a gente fazer”, comenta.

Fábio Pelinson


Crédito: Fábio Pelinson

sábado, 20 de julho de 2013

PRONTO PARA SAIR DO PAPEL

Em conversa com a imprensa, presidente da comissão pró-complexo esportivo,
Edson Cantarelli, garante a realização do empreendimento 
(Foto: Divulgação)

Depois da campanha do União Frederiquense na Divisão de Acesso, que ficou abaixo das expectativas da torcida e da direção, muito tem se questionado nos “corredores” sobre a realização do projeto do complexo esportivo do clube. Embora o ano tenha sido fraco dentro de campo para o União, fora dele, os meses têm sido de muito trabalho, e a direção resolveu chamar a imprensa para esclarecer os trâmites do projeto. “Um empreendimento desses, de uma entidade sem fins lucrativos, que é o União, acaba interferindo em outras empresas e  gera especulações sobre interesses. Nosso objetivo não é beneficiar ou prejudicar alguém, apenas passar a informação correta do que está acontecendo”, esclareceu o professor Edson Cantarelli, responsável pelo projeto.
O complexo esportivo, que ocupará 11 hectares na linha Faguense, prevê a construção de um condomínio, um estádio – com capacidade para cerca de oito mil torcedores – e um amplo estacionamento. O projeto foi lançado em abril deste ano, e de lá para cá, a comissão responsável pelo estádio vem trabalhando no desmembramento da área, onde, nesta semana, conseguiu-se a matrícula. “Ficou decidido que o clube vai priorizar o processo do condomínio horizontal de lotes, pois é ele quem vai dar suporte para as outras estruturas. É a partir desse processo de licenciamento do condomínio que nós vamos poder comercializar esses terrenos. Até o momento, temos 15 parceiros, que estão acreditando no projeto e viabilizaram a aquisição da área. Outra novidade é que com a nova metragem serão 86 lotes a serem vendidos”, ressaltou Cantarelli, presidente da comissão.

Nesta semana, máquinas começaram a trabalhar no terreno do União
(Foto: Matheus Muller/Jornal O Alto Uruguai)

Para o início da comercialização dos terrenos ainda é preciso uma série de laudos. “Isso deve demorar uns dois ou três meses, para estar entrando o pedido de licença na prefeitura”, comentou Cantarelli. A área do condomínio será de 3,7 hectares, 1,1 hectare a menos do que o complexo esportivo. O presidente da comissão destacou a importância da comunidade apoiar o projeto, assim como abraçou o clube na cidade.   

Entrevista

Presidente da comissão responsável
pelo projeto, Edson Cantarelli 

Como está o cronograma de preparação do clube para a construção do novo estádio?
Cantarelli – Os licenciamentos serão feitos ainda em 2013, está no nosso cronograma. Para 2014, nós esperamos começar a mexer no campo, no gramado. Já dá para começar a trabalhar nisso em definitivo, fazendo drenagem, sistema de irrigação. No próximo ano, nós já teríamos o gramado pronto, sendo usado como campo suplementar. A partir daí, foge um pouco da nossa alçada, depende das licenças.

Há a possibilidade de o União jogar já em 2015 no novo estádio?
Cantarelli – Existe. Eu não posso prometer isso, mas a possibilidade existe. O estádio é considerado um impacto ambiental grande, então o município não pode liberar o licenciamento do estádio, a não ser que a Fepam permita. Mas a partir do momento que nós estivermos com as escrituras dos terrenos em mãos, que nós possamos comercializá-los, temos condições de estar com a estrutura do estádio pelo menos com 50% das arquibancadas para 2015. Mas não adianta ter estádio se não ter acesso, então há outros fatores que também não dependem do clube.

Existe uma expectativa em relação à venda de terrenos?
Cantarelli – Sim. Nós temos alguma procura já, mas as pessoas necessitam de alguma garantia, e é isso que a gente está buscando e procurando apresentar. Mas a procura é boa.

A distância do estádio para a cidade pode diminuir o interesse do torcedor?
Cantarelli – Dois quilômetros, que é a diferença do Vermelhão da Colina para o novo estádio, é pouco. A sociedade tem que perceber que o este estádio irá expandir o município, trará mais empreendimentos para fora da área do centro e dará um novo direcionamento para FW. Eu não tenho dúvidas que não haverá a queda de público.

Quantos lotes necessitam estar vendidos para iniciar a obra?
Cantarelli – Não existe um número fixo. Se primeiramente entrar R$ 100 mil de receita, nós iremos trabalhar com esse valor; agora, se entrar R$ 500 mil, nós faremos o que conseguir com esta verba, teremos pressa para a obra ficar completa.

E os custos de liberação de laudos? 
Cantarelli – O União está trabalhando com parceiros, eu vou fazer um projeto, outra pessoa fará outro e não vai cobrar. As pessoas estão nos fazendo preços acessíveis e este gasto não será tão alto, devido às parcerias. Onde nós gastaríamos mais de R$ 100 mil, pode baixar para R$ 15 mil. Mas nós temos que ter uma grande venda, pois não haverá investimento no campo antes de trabalhar no condomínio. Calçamento, água, luz, esgoto, tudo é por nossa conta, a prioridade é o condomínio.

Existe alguma possibilidade do estádio não sair do papel?
Cantarelli – Existe, assim como existe a possibilidade de cair um raio aqui agora (risos). É uma brincadeira, mas essa é a ideia. Porém, vale enfatizar que o estádio só vai sair se a comunidade quiser; se a comunidade não quiser, o estádio não vai sair. As pessoas têm poderes e o estádio pode não sair, mas o que depender do União, ele sairá. Agora, se todo mundo combinar de não comprar os lotes dos terrenos do União, aí fica difícil.

Área que abrigará o complexo esportivo do União Frederiquense, na linha Faguense
(Foto: Matheus Muller/Jornal O Alto Uruguai)


Crédito: Fábio Pelinson/Jornal O Alto Uruguai

sexta-feira, 19 de julho de 2013

UNIÃO PELO MUNDO: FOTOGRAFE, ENVIE E APAREÇA!

O torcedor frederiquense, Antônio Luis Santi, fotografou com a camisa do União 
em Leipzig, na Alemanha, em junho de 2012 (Foto: Divulgação)

A mais recente campanha do Leão da Colina, “União pelo mundo”, já começou, e se você tem alguma fotografia sua com a camisa do clube por aí é só encaminhar para o e-mail imprensa@uniaofrederiquense.com.br, junto com seu nome completo, cidade onde reside, local e data da fotografia.
– Estamos criando um painel no Facebook chamado ‘União pelo mundo’, onde os torcedores poderão encaminhar suas fotos com a camisa do nosso clube. É fácil participar, então se você fotografou com a camisa do União Frederiquense esperamos a sua foto –, afirmou o assessor de imprensa do União, Marcio Bariviera.


Crédito: Daiane Binello/Jornal O Alto Uruguai